O java e as noitadas

Um dos sites que mais visitado ultimamente é o site da API do Java - versão 6. Começo já com uma certa tentação em trocar um romance pelo Java - An introduction to Problem Solving and Programming, do W. Savitch, ou Programação Algoritmos e Estruturas de Dados [derivado do belo acrónimo AED] de João Neto, ou porque não, o Data Structures and Algorithms in Java… Enfim, apesar de todo o trabalho que tem dado, e as longas noites a que me começo a acostumar em frente ao Eclipse, com o lapis na mao e um papel com gatafunhos com algumas parecenças de UML. Entretanto, ando a descobrir o maravilhosa mundo da api ajax do google. O leitor de feed deles está brutal. A pesquisa pode ser posta em qualquer siteE com um bocadinho de jquery,conseguimos fazer coisas bem giras. Em breve vou colocar uma solução de fazer um slideshow com jquery e ajax de uma galeria do software Gallery2. assim que tiver um tempito, posto aqui o código.
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in Java II

30 Minutos depois, descobri que um programa já com umas centenas de código não funcionava porque: str_var.equals(“qualquercoisa”) é diferente de (str_var == “qualquercoisa”)
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in Java I

Portanto, com esta nova cadeira, proclamada de Laboratórios de Programação, onde em cada semana há um projecto diferente para pensar, e onde se pode ver o que o java é capaz, é provável [e eu já me estou a habituar a isto] que algumas noites deixem de ter longas horas, e passem a ser curtas para bater código à la pata. Enfim, pelo menos usamos um IDE como deve ser: Eclipse. Em relação ao que é para fazer em si – neste primeiro projecto - , a primeira fase está quase concluída, quero com isto dizer que já desenvolvi alguns métodos chave que me ajudarão a construir o que é preciso, no seu caso básico, ou seja, ler ficheiros, escrever ficheiros e extrair apenas as palavras de um texto com comprimento indefinido para um array de strings. Esta parte foi a que demorou mais, muito pela necessidade de descobrir quais os métodos da classe String e Character que se pode usar para resolver isto. No entanto, a minha solução até que nem está mal pensada de todo, pois descarta...
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Nova cara

Bem, finalmente consegui ter um tempinho para voltar aqui a escrever qualquer coisa. Aproveitei e fiz uma renovação à cara do estaminé… Está com um aspecto um bocado mais limpo. Estamos na época do carnaval, daquelas brincadeiras estúpidas que os mais pequenos insistem em fazer mas que fazem sem limites. Enfim, compreendo que até faça parte dos tempos modernos, no entanto, custa-me perceber qual a piada de estar constantemente a enviar balões de água quase como se de uma arma de fogo se tratasse: Ainda hoje estava a beber um café numa esplanada, perto de uma escola secundária de Alvalade, quando aparecem uns 4 rapazitos, não mais que 13 anos de idade, a ameaçar [com balões de água] todos os seus colegas da escola. Não querendo ser racista, eles eram todos negros, e a avaliar pela linguagem que tinham, não me pareceu que se dedicassem muito em ir às aulas de Língua Portuguesa. Enfim, se calhar não têm um Magalhães para pesquisar coisas bonitas no Google… Falta...
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Mais um ano

O ano de 2008 foi uma espécie pau de dois bicos. Se por um lado me aconteceram coisas bastante más, por outro senti-me realizado. Em termos de vida profissional, acho que nunca tive um ano que desse tantos e tão bons resultados. Acabei o Ensino Secundário com aquele cheque de 500 euros que a ministra distribuiu, entrei na faculdade que queria, para o curso que queria, comecei a trabalhar, primeiro num emprego que não desejo a ninguém, embora seja uma experiencia única, isto é, trabalhar no grupo Sonae, na insígnia Vobis. É um trabalho bastante pesado, no entanto encontrei pessoas (poucas) únicas desde nos 6 meses que lá tive, Depois, surgiu a oportunidade de mudar de emprego, para o sítio onde já tinha estagiado. Foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Com projectos novos, com pessoas que sabem o que fazem e com uma visão de equipa inovadora na disponibilização e actualização tecnológica, voltada para o utilizador, de uma forma muito profissional. Ou seja, o...
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XMMS - O melhor player de sempre

Desde os meus primeiros passos que usava o xmms para ouvir música. Para quem não conhece, é um player muito semelhante ao winamp para windows, mas muito mais limpo. É para ouvir música e ele faz o serviço sem complicações - é muito leve e muito estável. No entanto, o projecto, pelo que me pareceu, ficou descontinuado…até ao ponto de o tirarem dos repositórios oficiais debian e ubuntu. No entanto, sempre existiram seguidores para este maravilhoso player. Assim sendo, foram disponibilizados tutoriais e repositórios adicionais para o porem a funcionar nas distros mais recentes. Ora, para instalar o dito no ubuntu 8.10 (e em principio qualquer outra distro debian based) basta fazer assim: –> Acrescentar os seguintes repositórios às sources /etc/apt/sources.list Debian Lenny (aka testing) 32- and 64-bit x86 deb http://www.pvv.ntnu.no/~knuta/xmms/lenny ./ deb-src http://www.pvv.ntnu.no/~knuta/xmms/lenny ./ Ubuntu Hardy 32- and 64-bit x86 deb http://www.pvv.ntnu.no/~knuta/xmms/hardy...
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Step by Step

Por muito que, há vezes, haja coisas que nos fazem sorrir, principalmente para a nossa, há sempre outras que nos proporcionam o efeito contrário. Enquanto as primeiras, nos fazem distrair, as segundas fazem-nos olhar com uma melancólica nostalgia para outros tempos. Nem sempre a vida é justa. Aliás, a vida é justa, mas de vez em quando não percebemos isso e interpretamos o contrário. A vida funciona mais ou menos como um computador: programamos, compilamos, e executamos. Colhemos os dados, processamos esses dados, e damos o output. Talvez nao passe mais que isso. É no entanto, difícil de perceber quando há uma excepção, quando algo interrompe e crasha com tuuo o resto… Seja uma simples linha de código que rebenta com um programa, mas que essa linha seja completamente removida do restante código! Não! Na vida não funciona assim. Há sempre uma merda de uma memória cache, que de tempos a tempos, em vez de remover os ficheiros temporários, não! Copia para a pasta...
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Cálculo

Neste momento, sentado no auditório onde decorre singelamente uma aula teórica de cálculo, concluo que o meu limite para perceber estas coisas matemáticas, tende para zero. Porra.
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Software livre? O que é isso?

Eu bem que tento incentivar as pessoas a terem contacto com o software livre, com ferramentas livres que fazem exactamente as mesmas coisas que um Microsoft Office de 100€ ou a suite desse mesmo produto que custa 500€. O que noto é que as pessoas nunca pensaram que em informática pudesse haver coisas gratuitas (muito menos pensam que poderá haver uma comunidade que faz aplicações por uma filosofia…mas já lá vamos). isto remete-nos a identificar o principal responsável por esse mesmo senso comum - “Tudo na informática se paga” - este é o pensamento comum. Se pago para usar o windows, se pago para puder escrever no word, se pago por uma pen bluetooth, por um cd virgem, por uma actualização, por um antivirus, por que razão há alguém que oferece isso de graça. “É de desconfiar”. Mesmo com alguns portáteis a servirem de exemplo aos outros todos, falo dos EEE PC, e do nosso Magalhães, que vÊm com algumas distribuições Linux pré-instaladas,...
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Seguindo a exigência, chegando aos resultados

(Foto sob Creative-Commons License) Se formos à História Mundial, conseguimos facilmente encontrar “obras”, onde a exigência e o rigor resultaram em feitos que marcaram uma certa época. Comecemos pelas pirâmides do Egipto. Apesar de cada pedra ter sido transportada por cima das chagas cobertas de suor de milhares de escravos, hoje essas pirâmides ainda escondem segredos, ainda são motívos de discórdia entre historiadores e, mesmo que ainda não seja muito frequente associar, as Priâmides foram um marco importante para a matemática. Cá, na nossa “culatra” à beira-mar plantada, recordemos o Convento de Mafra, ou o grande Jerónimos… Seria possível ter estas duas supremas edificações sem rigor nem exigência? Mesmo no campo das artes, na arquitectuda, na escultura, na métrica de cada verso de Pessoa, em cada nota de uma valsa de Strauss. Basta pensar um bocadinho nisto e imaginar o que tínhamos se não houvesse quem prezasse a exigência ao...
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